Desafio da escrita: Dias 7 e 8

Dia 7: Escreva um romance

     Ela estava tão absorta em seu caderno de desenhos que nem percebeu que ele estava a apenas dois metros de distância. Ele a observou por algum tempo, pensando o que aconteceria a seguir. Suas palmas estavam molhadas e algo dentro de si queimava como uma brasa.
     Nunca tinha passado por uma situação assim antes. Na verdade, tudo em relação a ela era algo novo para ele. Era o tão falado amor adolescente e um dos fortes, daqueles que consomem teu corpo e tua mente. Ele não sabia que era assim e nem ligava para as consequências.
     Respirou fundo e secou as palmas das mãos na calça jeans. Quando ele se aproximou ela levantou os olhos do caderno e abriu um sorriso para ele. Ela tinha aquele tipo de sorriso que te dava vontade de sorrir também, mesmo sem motivo, e assim ele o fez.
    - Oi. – ele disse sentando a sua frente. Ela piscou duas vezes e respondeu ainda sorrindo.
    - Oi, que bom que veio. – ela disse fechando o caderno e colocando dentro da mochila vermelha.
     Ele a achava estranha às vezes. Não que isso fosse um defeito, mas era diferente, afinal, que garota diria ‘que bom que veio’, quando na verdade foi ele quem a convidou?
    - Não perderia por nada. – ele disse e sorriu satisfeito ao ver as bochechas dela corarem.
    Ela desviou os olhos para a garçonete que parara ao seu lado e ele a acompanhou.
   - Um milk-shake de morango e... – ela disse e olhou para mim.
   - Um de Ovomaltine. – completei, a garçonete anotou os pedidos num caderninho e foi embora sem dizer mais nada.
   - Como você está? – perguntou segurando a sua mão por cima da mesa. Ela sorriu sem graça.
   - Bem e você? – revidou brincando com meu dedo.
   - Melhor agora. – ele disse levantando as sobrancelhas. Ela revirou os redondos olhos castanhos sob suas órbitas.
   - Essa foi horrível. – disse e riu. – É a melhor que você tem?
   Bufou e passou a mão na cabeça.
   - Não. – ele respondeu. – Seu pai é piloto de avião?
   Ela pôs a mão na testa.
   - Essa é velha. – ela disse fingindo desapontamento.  – Não.
    - Tem certeza? Porque você é um avião.
    Ela gargalhou mesmo não tendo a menor graça.
    - Não sei por que rio disso. – ela confessou na hora que a garçonete trouxe nossos milk-shakes.
    Eles tomaram seus milk-shakes conversando banalidades que só pessoas encantadas uma com a outra conseguem falar sem ficar entediadas. A cada segundo que passava, ele tinha certeza que estava fazendo a coisa certa. A cada segundo que passava, ela sabia que ele seria especial.
    Quando os copos secaram, ele pagou a conta e a chamou para dar uma volta no parque. Ela aceitou de bom grado.
     O parque ficava ao lado da sorveteria que eles estavam então não tiveram que andar muito. Lá eles andaram para cima e para baixo, apreciando a vista e  a companhia um do outro. Ele roubou alguns beijos dela e ela não se importou.
    Eles sentaram na grama do parque para ver o pôr-do-sol. Nenhum dos dois falou nada enquanto a grande esfera laranja desaparecia no horizonte, deixando o céu dividido em azul, rosa e laranja. O único contato que eles tinham eram os dedos se tocando.
    Quando o pôr-do-sol terminou ele decidiu que era a hora certa para dizer o que sentia.
    Ele virou para ela nervoso e limpou a garganta.
    - Sabe, estamos juntos a alguns meses e isso é mais do que eu já estive com qualquer garota. – ele começou falando rápido demais e suspirou. – Eu gosto muito de você
    Ela sorriu e colocou o cabelo para trás da orelha.
   - Eu também gosto de você. – ela disse ficando tão corada quanto o sol. – É legal ficar com você.
   - Pois é... – ele disse perdendo a coragem. Porque isso era tão complicado para adolescentes? – Seu pai é padeiro?
   Ela pareceu desapontada.
   - Na verdade é. – ela respondeu franzindo as sobrancelhas. – Vai dizer que eu sou um sonho?
   Ele sorriu e se aproximou mais dela, colocando a mão no seu rosto.
    - Na verdade ia perguntar se ele me aceitaria como seu namorado. – ele respondeu brincando com a franja dela. – Isto é, se você me aceitar como seu namorado.
   Ela sorriu e o beijou apaixonadamente.

Manual do novato


Começar algo novo pode ser desafiador. Para pessoas tímidas, entrar numa escola nova sem conhecer ninguém pode ser um monstro de sete cabeças. Pra mim foi. Lembro que quando fui para uma escola nova, no primeiro ano do ensino médio, eu passava os seis tempos de aula sem falar nada e ficar chateada por não conseguir me enturmar. Agora que Ensino Médio acabou, eu vejo que essa minha neura de não conseguir me enturmar era coisa da minha cabeça. Demorou um tempo pra eu me enturmar já que eu afastava as pessoas, mas depois de algum tempo ficou mais fácil.

 Para pessoas tímidas, estar no meio de um monte de desconhecidos prestando atenção em você é algo muito intimidante, mas no fim das contas, todos se tornam amigos a longo prazo. Como Janeiro já está na metade e o ano letivo da maioria das escolas vai começar mais cedo devido a Copa, as aulas já vão começar, acompanhe as dicas para se enturmar com todos. 

1. Acima de tudo, seja você mesmo. Não adianta você fingir ser algo que não é pois isso só afasta as pessoas de você. Ninguém gosta de mentirosos. 
2. Seja confiante, mostre que agora você pertence aquele lugar.

Decoração: Varal fotográfico


Fotografia é a arte de eternizar momentos especiais. Muitas vezes nossas fotos ficam guardadas em caixas em cima do guarda-roupa e você acaba esquecendo que elas existem até ter que arrumá-las. Levanta a mão quem nunca se pegou arrumando um album ou caixas de fotos esquecido e lembrando de diversos momentos com um sorriso nos lábios. Dá vontade de pegar cada foto e espalhar por cada canto da casa, porém, comprar 500 porta-retratos não é fácil.

Decorar o próprio quarto e tirar fotos é algo que toda garota ama fazer. Uma maneira fácil e bem em conta de decorar seu cantinho com as suas fotos são os murais e varal de fotos. No Banana Foto, uma loja virtual muito fofa de produtos para os amantes de fotografia, encontrei um varal fotográfico pronto, que vem com o cordão para prender as fotos, os mini prendedores e molduras de fotos por menos de 29,90 reais. Para quem não quer ter o trabalho de procurar o que precisa separadamente, essa é uma ótima aposta. Além do varal de fotos, vale a pena dar uma conferida nos outros produtos da loja, que são bem criativos e com o preço bem legal.


Mas para quem quer fazer tudo no suor e comprar os itens separadamente, aqui vai umas fotos para se inspirar e fazer um varal do seu jeito.


Vocês gostam de posts de inspiração desse jeito?

Kamila Cavalcante


Primeira foto do post tirada do site Banana Foto e todas as outras do weheartit e Pinterest.

Desafio da escrita: Dia 6

Dia 6: Escreva uma fanfic

      - Sabe Percy, agora que tudo isso está acontecendo comigo... – ela disse engolindo em seco, sem desviar os olhos do barco que navegava ao longe sob o rio. – Eu tenho a sensação de que deveria fazer tudo o que eu tenho vontade.
        Olhei para meus pés, sem saber o que fazer. Sabia que o que ela queria dizer era ‘’Agora que eu vou morrer logo, deveria fazer o que quero.’’ E saber disso doía mais do que seria possível.
        Annabeth era a minha melhor amiga desde que eu me entendo por gente. Como ela era a minha vizinha e estudávamos no mesmo colégio, passávamos a maior parte do tempo juntos. Há dois anos, começamos a namorar e foram os dois melhores anos da minha vida. Annabeth me conhecia melhor do que eu mesmo e eu a conhecia como se ela fizesse parte de mim.
        Ela descobrira o câncer ano passado, logo que entramos no último ano da escola. Annabeth estava radiante e determinada para passar em Harvard e tinha se inscrito em todas as matérias possíveis. 
       Quando a levaram para o hospital depois que ela desmaiou no meio do corredor, descobriram que ela tinha um tipo raro de câncer, o tipo de doença que ninguém sobrevivia mais do que um ano. Nos dois meses que se seguiram a Annabeth que eu conhecia tinha virado uma desconhecida. Não só fisicamente que com as seções de quimioterapia, ela optou por raspar seus cachos dourados e estava tão magra que suas costelas eram bem nítidas sob a pele translúcida, mas seu interior estava arrasado.
       Ela não tinha coragem pra me dizer, mas eu sabia que ela estava com medo.
        - Tipo o que? – perguntei dando de ombros. Ela olhou para o céu, pensando.
        - Não sei. – ela disse desviando seus tempestuosos olhos cinzentos para mim. – Alguma coisa que me deixe orgulhosa quando eu... – ela não continuou. Ainda não conseguia dizer a palavra morrer em voz alta.
Passei o braço ao redor de seus ombros quando ela tremeu.
        - Enquanto você pensa em algo, vamos pra sua casa tomar sopa. – disse e beijando o topo de sua cabeça. Ela gemeu de desgosto e começou a andar comigo.
        - Daria tudo pra poder comer porcaria de novo. – ela resmungou entrelaçando as nossas mãos e olhando para mim com cara de pidona. – Um triplo cheese com uma batata frita grande e Coca-cola.
       Sorri.
       - Sua mãe me mataria se eu fizesse isso. – respondi atravessando a rua. Ela fez bico e suspirou.
       - Eu também morreria se comesse isso. – ela disse tristemente e fungou. – Esqueça que falei isso, não quero que sinta pena de mim.
      Parei de andar.
       - Pare com isso. – disse sério. – Não sinto pena de você, de onde tirou isso?
       Annabeth olhou para o céu, que estava tão cinzento quanto seus olhos.
       - Eu estou morrendo, Percy. – ela disse de uma vez. – Eu posso sentir cada órgão meu pedir por ajuda e não receber, eu posso sentir meu corpo definhando. E você está bem e livre para ter uma vida mas ao invés disso fica sendo minha babá e...
      Abracei-a antes que ela dissesse algo mais.
      - Pare com isso. – disse em seu ouvido. – Eu quero ficar ao seu lado até o fim.
      Ela fungou no meu ombro.
       - Mas Percy... – ela começou a dizer.
       - Já que estou livre eu escolho ser livre ao seu lado porque eu amo você. – disse soltando-a e olhando para seus olhos lacrimejantes. – Consegue entender isso?
      Ela olhou para os seus pés. Levantei seu rosto com o meu polegar e beijei seus lábios delicadamente.
      - Agora vamos pra casa porque o tempo está ficando feio e logo vai chover. – disse passando o braço por cima de seus ombros e a guiando pelo caminho.
     Ela não disse mais nada pelo caminho.
     Quando chegamos à casa de seus pais, sua mãe nos recebeu com um sorriso aliviado e também cansado. A doença de Annabeth não era fácil pra ninguém, principalmente para sua mãe, que tinha que cuidar sozinha dela a maior parte do tempo já que o pai dela mora do outro lado do país com outra esposa e dois filhos.
     Annabeth colocou roupas pesadas e continuava tremendo de frio, tomou a sopa que tinha que tomar todo dia e diversos remédios para dor. Em seguida, sentou ao meu lado no sofá e nos enrolou em um grosso cobertor de lã.
      - Desculpe. – ela começou a dizer. – Estou sendo tola.
      Deitei-a em meus braços.
      - Não há nada para se desculpar. – disse acariciando seus braços por cima das camadas de roupas. – Como está se sentindo?
      - Normal. – ela respondeu rápido demais. Sabia que estava mentindo.
      - Está doendo? – perguntei preocupado. Não hesitaria em correr com Annabeth para o hospital mais uma vez.
      - Está sempre doendo. – ela disse sorrindo triste. – Não se preocupe, só estou com frio.
      - Vou pegar outro cobertor. – disse fazendo menção de levantar, mas ela me segurou.
      - Não precisa, assim está bom. – ela disse se aninhando mais em mim.
      Suspirei e beijei a sua cabeça. 
      - Estou com medo, Percy. – ela desabafou. – Tenho tantas dúvidas. Como vai ser? Será que vai doer? O que acontece depois? Vou simplesmente deixar de existir? Vou esquecer tudo? Vou esquecer você?
      Suspirei derrotado.
       - Não sei, meu amor. – respondi francamente. Já tinha lido diversas coisas sobre vida após a morte mas não tinha como saber se era verdade. – Mas eu sei que nunca vou te esquecer.
       - Deveria. – ela disse de repente. – Não deixe de viver por minha causa. Arrume uma namorada o mais rápido possível.
       - Eu já tenho uma. – respondi e ela sorriu para mim.
       - Prometa que vai viver depois que eu... for embora. – ela disse olhando para mim com seriedade.
       - Eu vou viver todos os dias com você na minha mente e no meu coração. – respondi e beijei a sua testa.
        - Você é impossível. – ela disse sorrindo. – Eu amo você.
        - Eu sei. – disse sorrindo. – É por isso que eu amo você.
        Ela me empurrou fingindo que não tinha gostado em seguida me deu um beijo.
        - Obrigada por ficar ao meu lado. – ela sussurrou se aninhando em mim novamente.
        - Obrigada por existir. – respondi antes dela pegar no sono.
        Fiquei observando-a dormir por várias horas. Annabeth dormia 18 horas por dia devido ao cansaço então já me acostumara a passar horas ao seu lado enquanto ela dormia.
       Voltei para casa depois que anoiteceu. A chuva caía incessantemente e me ensopava sem piedade. Não me importei. Só tinha espaço para Annabeth em minha mente.
        Sabia que a perderia logo mas não conseguia me imaginar sem ela. Sem seus olhares de crítica quando eu fazia algo estúpido e sua risada engraçada. Não queria perder a minha melhor amiga e único amor.
        Por volta da meia-noite, meu telefone tocou. Quando ouvi a voz de Atena do outro lado da linha, sabia que tudo estava acabado.
       Saí de casa correndo, ignorando a chuva e o frio e cheguei a casa de Annabeth em questão de segundos. Entrei sem bater na porta e subi as escadas para o quarto de Annabeth.
       Sua mãe estava sentada na soleira da porta, parada como uma estátua e olhando fixamente para o nada.
       - O que aconteceu? – perguntei com a voz vacilante. Ela nem olhou para mim.
       - Ela apenas parou de respirar enquanto dormia. – ela respondeu tão baixo que mal pude ouvir. – Ela está em paz agora.
       Passei por Atena sem dizer nada e entrei no quarto rapidamente. O quarto estava escuro e um galho arranhava a janela como se quisesse quebra-la. Annabeth era como um farol no meio da escuridão, chamando toda a minha atenção. Me ajoelhei ao seu lado.
      Não consegui dizer nada. Além do mais, que palavras confortariam alguém que não estava mais ali?
      Coloquei a cabeça no seu peito e nada. Nenhuma batida, nenhuma contração. Não havia mais nada.
      Chorei incessantemente. Naquela noite havia perdido minha melhor amiga e meu primeiro amor de uma vez só. Foi o pior dia da minha vida.
       Por outro lado, estava feliz que tivesse acabado. Annabeth passou um ano inteiro sofrendo e agora não sofreria mais e isso era um conforto no meio de tanta tristeza. 


Se quiser ler mais fanfics minhas, acesse o meu perfil do nyah
A imagem de abertura do post foi tirada do site devian art, se a imagem lhe pertence, mande um e-mail para nós que colocaremos os devidos créditos ou a remoção da imagem. 

Quer entender o desafio? Leia o post Desafio dos 15 dias de escrita e veja os desafios anteriores: Dias 2 e 3 e Dias 4 e 5

10 passos para uma formatura


Ano começando, ano letivo também. Mas nunca é tarde para fazer planos para o resto dele. Ano passado fui da comissão de formatura da minha turma, e nossa, como é cansativo. Mas tudo valeu o esforço no final. Você também é da sua esse ano? Então vou te dar umas dicas, anota aí!

1- Faça anotações. Anote todas as idéias possíveis que você tiver para arrecadar verba. Converse com seus amigos de classe e com os que também farão parte da comissão. É sempre bom escutar as idéias de outras pessoas, e não escolher por si próprio, mas em conjunto. Afinal, a formatura/viajem não é só sua.

2- Você e seus amigos podem correr atrás de orçamentos de empresas de Buffet que cuidam de tudo. Começo de ano tudo é mais barato, lembre-se disso. Quem deixa pra última hora sempre acaba pagando mais.

3- Verifique todos os serviços do buffet contratado. Desde quem é responsável pela iluminação até o dj/banda/atração. Você pode estar pagando mais caro por algo que é ridiculamente barato

4- Faça rifas, eventos, aproveite os eventos da escola, e venda tudo o que for possível. Patrocínio sempre é bom e ajuda bastante. Em ano eleitoral (cá entre nós), políticos sempre ajudam em eventos.
Peça ajuda aos pais, aos professores, de amigos e a quem for puder. Doações sempre são bem vindas, em todos os momentos.

5- Se os serviços do Buffet não incluem o de fotógrafo, procure um de sua confiança ou que seja bem recomendado. Geralmente os que são indicados não são muito bons. Mas como eu disso no tópico 3, confira os fornecedores.

6- O que não está escrito não existe. Você, seus pais, e quem mais estiver responsável pelo evento deve ler e reler o contrato. Se conhecer algum advogado, peça-o para dar uma conferida. É sempre bom verificar se tudo está de acordo com a lei, afinal, você está batalhando por algo que você irá pagar. Não é legal receber um calote

7- Se algo atrasar, não se desespere. É sempre recomendável manter a calma, afinal, tudo tem seu jeito. Vá atrás do responsável e o cobre, é um direito seu, sendo da comissão ou não

8- Não procure vestidos/smokings um mês antes da festa. Os melhores sempre estão nas lojas no meio/começo do ano. Tanto para aluguel quanto para venda. Se você vai mandar para uma costureira, você pode conferir vários modelos na internet mesmo. (Inclusive você pode dar uma conferida em nosso post sobre vestidos). Se algum(a) de vocês precisar de indicações sobre preços e lojas, pode fazer o comentário nesse post mesmo. Responderemos com todo o prazer!

9- Evite brigas. Sempre entre em consenso. O que é melhor pra você não pode ser o melhor para o seu colega de classe. Como eu citei em outro tópico, a festa é coletiva, não é só você quem está dando o seu máximo. Mas é importante que todos saibam que o máximo é pouco. E que cada um precisa se esforçar bastante, pois se isso não acontecer, o direito de reclamar é ignorado.

10- Se você vai viajar ou fazer um baile, aproveite-o. Isso pode até acontecer mais de uma vez em sua vida, mas nunca com as mesmas pessoas e as mesmas lembranças. Lembre-se sempre, que o tempo nunca, nunca irá regressar. Enjoy it!




Gabrielle Almeida

Desafio da escrita: Dias 4 e 5

Dia 4: Abra a página 50 de um livro e escreva sobre ela

‘’Em meu sonho eu sei que estou caindo, mas não existe um para cima ou para baixo, nem paredes ou lados ou limites, apenas a sensação de frio e escuridão por toda parte. Estou tão assustada que poderia gritar, mas quando abro a boca nada acontece, e eu me pergunto, se você cair para sempre e nem tocar o chão, ainda é realmente caindo?Eu acho que vou cair para sempre.
Um barulho interrompe o silêncio, um pequeno som que cresce cada vez mais, até que se torna como uma foice de metal cortando o ar, cortando em mim—
Então eu acordo.
Meu alarme esteve tocando por vinte minutos, são seis e cinquenta da manhã.
Eu sento na cama, afastando o cobertor. Estou ensopada de suor, embora meu quarto esteja frio.
Minha garganta está seca e estou desesperada por água, como se estivesse correndo um longo caminho.
Por um segundo, quando eu olho ao redor do quarto tudo parece confuso e um pouco distorcido. Como se não visse meu quarto, mas sim uma transparência dele que não foi colocada corretamente e os cantos não coincidissem com o real. Então, a luz muda e tudo parece normal novamente.
Tudo volta de uma vez para mim e o sangue começa a golpear minha cabeça: A festa, Juliet Sykes, a briga com Kent—
“Sammy!” Minha porta abre, chocando contra a parede e Izzy atravessa o quarto correndo, pisando nos meus cadernos, meu jeans usado e minha blusa da Victoria’s Secret “Team Pink”. Algo está nas bordas da minha memória, mas logo desaparece e Izzy salta na minha cama, colocando seus braços ao meu redor. Estão quentes. Ela enrola sua mão em torno do colar que eu sempre uso, uma corrente fina de ouro com um pequeno pingente de pássaro pendurado nela, um presente da minha avó—e puxa gentilmente.
“Mamãe disse que você tem que levantar.” Sua respiração cheira a manteiga de amendoim e não é até que tiro ela de cima de mim que eu percebo que estou tremendo.
“É sábado,” digo. Não tenho ideia de como cheguei em casa ontem à noite. Não tenho ideia do que aconteceu com Lindsay ou Elody ou Ally. E só pensar nisso me faz mal.’’

Essa página do livro Antes que eu vá é o começo do capítulo dois e o segundo dia de vida ou segundo dia de morte da Sam, não sei dizer muito bem. Parafraseando essa belíssima primeira frase, no livro, a protagonista vive o dia 12 de fevereiro (dia do meu aniversário, a propósito) normalmente. Vai pra aula, ganha várias flores – já que dia 12 de fevereiro é o Dia do Cupido nos Estados Unidos -, sai com as amigas, planeja ficar com o namorado, vai pra festa e... Morre inesperadamente num acidente de carro.
Até aí tudo bem, quer dizer, tirando a parte dela morrer, mas o mais inacreditável é que no outro dia ela acorda novamente no dia 12 de fevereiro e se lembra de tudo o que aconteceu na noite passada, quer dizer, no primeiro dia 12 de fevereiro. Achando que tudo tinha sido apenas um sonho louco, ou um déjavu terrível, ela vê o segundo dia 12 de fevereiro se desenrolar da mesma forma que o primeiro e tenta mudar as coisas, mas outra pessoa acaba morrendo.
Ao viver o dia de sua morte várias vezes, Sam vai descobrir segredos do passado, dar valor a família e aos amigos, desvendar o mistério de sua morte e viver como nunca tinha vivido. 

Dia 5: Escreva sobre um lugar que queira conhecer

Um lugar com neve. Onde posso ver da janela do quarto os flocos brancos pingando, como gotas de chuva congeladas. Ir à rua com roupas mais pesadas que eu para me proteger do frio. Um lugar onde eu possa rolar na neve gargalhando com uma criança e estar feliz mesmo espirrando milhões de vezes devido ao resfriado que pegaria. Um lugar onde eu poderia botar uma cenoura na neve e dizer que é um boneco de neve. Um lugar onde eu possa abrir meus braços e pernas e dizer que seria meu anjo da neve e agir como se fosse de verdade. Como se esse anjo batesse as asas e fizesse mais flocos de neve caírem como em um vento frio. Depois voltar para dentro e sentir a água gelada ensopar as minhas meias e me fazer espirrar mais um pouco. E pra terminar, me esquentar com um cobertor grosso e uma xícara de chocolate quente, assistindo televisão nos braços de alguém.

Gostaram dos desafios? Me atrasei um pouco com eles porque fiquei sem internet e passei o fim de semana longe de casa. 

Quer entender o que é o desafio? Relembre o que é o desafio dos 15 dias de escrita e veja os desafios anteriores: Dias 2 e 3

Kamila Cavalcante

Aprenda a fazer tranças


Das mais simples as mais elaboradas, tranças são os penteados mais fáceis, românticos e lindos de se fazer. Na tag aprenda a fazer de hoje, vou ensinar passo a passo a fazer as minhas tranças favoritas. Todas as tranças mostradas tem diversas variações, abuse da criatividade e deixe a trança do seu jeito.

Trança embutida lateral 


Também conhecida por ''trança da Katniss'' para os tributos de plantão. Comece dividindo três mechas na lateral do cabelo e trance normalmente uma vez. Em seguida vá pegando mechas soltas e trançando como uma trança embutida normal, rodeando a cabeça. 






Trança espinha de peixe


Diferente das tranças normais com três mechas, a trança espinha de peixe é apenas com duas mechas. Separando o cabelo em duas partes, pegue uma mecha da parte da esquerda e trance para a parte da direita, em seguida pegue uma mecha da direita e trance para a esquerda. Faça isso até o final, afinando a quantidade de cabelos. 




Tiara de trança

Essa deve ser a trança mais fácil de se fazer e também a mais bonitinha. Parta seu cabelo na lateral e separe a parte que deseja trançar, pode ser bem rente a testa ou mais no meio, bem como uma tiara. Fica a seu critério fazer a trança normal ou embutir. Esconda a ponta com um grampo e cubra com o cabelo. 




Coque trançado 

Esse penteado é muito usado pelas celebridades e para ocasiões mais formais. Prenda o cabelo num rabo de cavalo e trance normalmente, prendendo a ponta com um elástico. Em seguida, enrole a trança em torno do rabo de cavalo, tendo o cuidado para esconder a ponta e prenda com grampos. Deixe a franja solta ou em topete. 










E vocês? Gostam de usar tranças?

  Kamila Cavalcante

Desafio da escrita: Dia 2 e 3


Dia 2: Crie um personagem e descreva-o

        Ela era o que toda garota desejava: alta, magra, olhos azuis e longos cabelos tão claros que pareciam brancos. Se tinha um nome, ninguém o conhecia. Se tinha amigos, todos estavam mortos. 
        Assim como ela. 
        Ela não sabia há quanto tempo estava morta mas sabia que alguém havia matado-a no dia de seu casamento. 
        Agora, ninguém a via sob a luz fraca do corredor. Seus pés flutuavam a cinco centímetros do chão de um lado para outro, como se algo a preocupasse. Seus olhos dançavam nas órbitas enquanto tentava chamar a atenção das pessoas que passavam e não a viam. Seu vestido branco roçando nas pernas dos estranhos que passavam.
        Ela gritava num silêncio ensurdecedor, fazia algumas lâmpadas piscarem, mas ninguém percebia. Ninguém a notaria. Ninguém ouviria o que ela tinha a dizer.
        Estavam todos em perigo. 

Dia 3: Escreva uma história de terror 

         Era noite.
         O céu estava carregado de nuvens. Tinha certeza que logo começaria a chover.
         Estava voltando do trabalho. Tive um dia chato, meu carro quebrou, levei sermão do chefe e saí tarde do trabalho. Pior impossível.
         Fui para casa andando, cortando caminho pelo parque. O parque ficava a duas quadras do apartamento que eu dividia com meu cachorro. Ele era a minha única companhia. Não me considero uma pessoa solitária por isso. Tenho os caras que quero quando eu quiser e a casa só para mim. Gosto do silêncio e da solidão.
         O parque normalmente ficava lotado durante o dia, cheio de turistas e nativos perambulando por aí, mas a noite os viciados e ladrões ficavam à espreita. Acelerei o passo diante desse pensamento.
         Não havia iluminação, apenas um poste ali o outro acolá, reforçando o perigo do parque. O único barulho que ouvia era o dos cascalhos sob meus pés e o pio das corujas entre as árvores.
         De repente senti que não estava sozinha. Sabia que devia ser meu psicológico pregando uma peça em mim, todo o estresse acumulado jorrando em forma de medo.
         Corri um pouquinho e parei envergonhada. Pare de idiotice, pensei comigo mesma. Nada irá lhe acontecer, só continue andando, pelo amor de Deus!
        Continuei a caminhar, olhando por cima do ombro e para os lados constantemente, ainda com a impressão de não estar sozinha.
        Respirei fundo para desacelerar meus batimentos cardíacos. Pensei na xícara de café quente que faria quando chegasse em casa. Fiquei ocupando a minha mente com pensamentos aleatórios que tirassem a atenção do meu medo.
        Um farfalhar de folhas ao meu lado. Dei um pulo e olhei amedrontada para onde veio.
Nada. Só o leve balançar das folhas. Foi o vento. Apenas o vento, repeti para mim mesma. Nada para se preocupar.
        O arrastar de um pé. Voltei a correr. Isso não poderia ser coisa da minha mente. Cori o mais rápido que pude, mas parecia que eu estava correndo em círculos, sem nunca chegar ao meu destino. Olhei por cima do ombro para ter um vislumbre do meu agressor e... Nada. Não havia ninguém. Diminuí a corrida respirando com dificuldade pela falta de exercício.
        Seria isso apenas uma ilusão da minha mente? Devo estar ficando louca. Parei por um momento para recuperar o fôlego.
       Então o vi.
       Estava encostado informalmente na árvore a minha frente, como se estivesse encontrando uma velha amiga. Mas seus olhos mesmo de longe faiscavam de maldade.
       E eles olhavam para mim.
       Corri na direção contrária o mais rápido que meu corpo permitia. A dose de adrenalina circulando pelo meu corpo juntamente com o medo de ser pega. Não olhei par trás. Simplesmente corri.
       Tinha esperança de que ele não me seguiria. Tinha a esperança de que conseguiria fugir e seguir com a minha vida sem ao menos lembrar desse incidente.
       Quando senti sua mão gélida e áspera agarrando o meu pescoço, da mesma forma que um predador agarraria a sua presa e meu corpo indo ao chão, sentindo a minha cabeça rachar – como um prédio desmoronando – eu sabia que ter esperança não iria adiantar.
        A esperança era uma ilusão. 



Se não entendeu o desafio, leia o post Desafio dos 15 dias de escrita
Resolvi não postar todos os desafios em posts separados porque isso deixaria a página do blog muito lotada de textos então vou postar os dias de dois em dois, como nesse post. Gostaram das estórias?

Kamila Cavalcante

Desafio dos 15 dias de escrita


O tempo livre que as férias nos proporciona permite utilizarmos a criatividade para ocupar o tempo. Chega um dia que ficar 24 horas deitada na cama fica chato e sair de casa todo dia vai te falir, então é hora de inventar. ''Andando de blog em blog, encontrei várias tags legais pra se fazer, como o 30 days writting challenge e o writting challenge, que são desafios que exploram a sua escrita. Como achei que 30 dias era desafiador demais e não gostei muito de alguns desafios, resolvi criar a minha própria lista de 15 dias juntando alguns desafios que eu encontrei pela internet.

O que significa? Todo dia durante 15 dias, eu vou escrever sobre o que o dia da lista pede e compartilhar aqui no post.



Então vamos começar com isso.

Dia 1: Escreva uma autobiografia


Me chamo Kamila Cavalcante, moro em Manaus, capital do Amazonas. Tenho 17 anos de idade e faço aniversário dia 12 de fevereiro (está chegando, por sinal). Me formei no Ensino Médio em 2013 e que eu lembre foi a única coisa importante que eu fiz na vida até agora. Vou entrar na faculdade esse ano, passei pra Letras duas vezes na faculdade Estadual e estou esperando sair o resultado do ENEM. Faço inglês há cinco anos pela Wizard e pretendo fazer intercâmbio algum dia.

Nunca saí do Amazonas porque meus pais tem fobia de avião. Esse ano vou viajar de avião pela primeira vez e sozinha. Espero que seja a primeira de muitas viagens. Gosto muito de ler, assistir filmes e criar estórias. Não tenho um livro favorito e meus filmes favoritos são Guerra dos Mundos e Titanic. Escrevo fanfics e as posto no nyah. Pretendo publicar um livro e fazer algo importante na minha vida.

Namoro há quase dois anos e sou irmã mais velha, meu namorado e meu irmão tem o mesmo nome. Nunca tive animais de estimação, a não ser que um galo garnizé chamado Willy Wonka conte como animal de estimação. Ainda não sei o que quero fazer da vida, mas tenho certeza que é na área de humanas. Ás vezes faço coisas tão idiotas que me surpreendo comigo mesma (quem mais consegue se grudar no guarda-roupa com cola mil?), mas faz parte, eu acho. Gosto de tirar fotos e postar no instagram e jogar aqueles jogos de fazer comida no click jogos, mas não, eu não sei cozinhar de verdade (ainda). 


Topam o desafio?  

Conheça a banda Imagine Dragons


Sendo uma das bandas mais ouvidas dos últimos meses, Imagine Dragon está nas playlists de todo jovem esse ano. A banda foi formada em 2008 pelo vocalista Dan Reynolds e o baterista Andrew Tolman, logo depois a esposa de Andrew, Brittany Tolman entrou na banda fazendo a voz e participando em algumas canções. Além deles, Wayne Sermon e Ben McKee se juntaram a banda em Nevada, Las Vegas. Atualmente os membros da banda são: Dan Reynolds no vocal, guitarra, baixo e bateria, Ben McKee no baixo, backing vocal e teclado, Wayne Sermon na guitarra, celo e backing vocal e Dan Platzman na bateria, viola e backing vocal.

A banda de Indie Rock conta com um albúm de estúdio (Night Visions) e sete extended plays. A banda fará show no Brasil no festival Lollapaloza, se apresentando no dia 5 de Abril, mesmo dia em que a banda Muse vai se apresentar (Vou morrer de ansiedade ahhhhhhh).
Segue então as minhas músicas favoritas da banda:

Demons
Radioactive 
Bleeding out
Tiptoe
It's time
Amsterdam


Já tinham ouvido falar dessa banda? Quais são as suas músicas favoritas? 

Kamila Cavalcante


Reflexão do ano



Já é madrugada do segundo dia de 2014 e eu continuo refletindo sobre 2013. Foi um ano bom, de fato, mas também foi um ano ruim. Foi um meio a meio. Em 2013 aprendi muito sobre determinação, coragem e confiança. Sofri perdas e me alegrei com os ganhos. Sacrifiquei feriados estudando e espero ter feito o suficiente para ser recompensada nesse ano. Descobri o que é a dor, a saudade, a decepção e o perdão. Aprendi a me virar sozinha e a pegar ônibus lotado sozinha.

 Percebi quem são meus amigos de verdade, aqueles que estarão ao meu lado sempre que eu precisar e mesmo com a distância nunca vão se tornar estranhos para mim. Aprendi a amar as pessoas inteiramente, mesmo com seus erros e defeitos e a ser tolerante e paciente com as pessoas ao meu redor. Descobri que em meio aos que você confia, sempre há alguém que vai te decepcionar, não importa o que você faça ou o quanto você evite. Aprendi que mesmo quando fracassar em algo deve-se sorrir para as novas oportunidades que virão.

Nesse ano, ou melhor dizendo, no ano passado, eu amadureci. Não me tornei uma adulta responsável ou uma adolescente que acha que sabe sobre tudo, mas amadureci com os meus erros e com as minhas decepções. Amadureci ao levantar das camas todas as manhãs e só deitar novamente quando as minhas responsabilidades tivessem terminado. Amadureci ao perceber que nem tudo seria como eu desejava e que para meus sonhos se realizarem, eu tenho que batalhar por eles. Amadureci ao ver que nada é igual aos livros que eu passei a minha adolescência inteira lendo e almejando. Que na vida real não haveria feitiços ou poderes mágicos para me ajudarem a sobreviver e sim coragem e bom humor.


2013 não foi o melhor ano da minha vida, claro que não. Não lembro se algum ano foi melhor que esse mas eu guardo o título de ‘’melhor ano’’ pra esperança de que algo maior ainda está por vir. 2013 virou passado e agora, um leque de novas possibilidades está se abrindo para todos nós. Sei que 2014 não vai me surpreender mais do que os outros anos, sabe por quê? 2014 é apenas um número. Não adianta esperar que um número mude a sua vida e te surpreenda. Portanto, eu é que vou me surpreender em 2014. 

Kamila Cavalcante

Ano novo, metas novas



Ano novo, vida nova. A virada do ano significa diversas coisas para as pessoas. Muitas sentem a esperança de recomeçar, seja no novo emprego, nova escola ou com um novo amor. Tudo novo. É como se as baterias de 2013 acabassem com a contagem regressiva e se renovassem com a entrada do novo ano. Novas energias, novas esperanças, novos desafios. E claro, como todo ano, novas metas.

Desde pequena, eu tinha um caderninho onde anotava as metas do ano em questão. Aprender a tocar um instrumento musical (até hoje não aprendi), estudar mais, dormir menos... Coisas aleatórias que me davam uma direção do que faria no ano e o que esperaria dele. No ano passado uma grande fase da minha vida foi encerrada e uma maior ainda vai começar esse ano. Com os resultados dos vestibulares prestes a serem divulgados, o medo e a ansiedade de ingressar numa faculdade estão bem presentes. Aprender a tocar um instrumento musical ainda faz parte da minha lista de metas, mas em relação aos anos anteriores, as metas de 2014 são as mais desafiadoras até agora e eu realmente tenho o desejo de realizá-las. 

01. Tirar a CNH 
02. Sair do Amazonas pela primeira vez
03. Conseguir três diplomas em cursos
04. Ir a um show internacional
05. Fazer academia 
06. Arranjar um emprego
07. Investir mais no blog
08. Estudar na UFAM 
09. Assistir um jogo da Copa do mundo
10. Escrever uma estória
11. Fazer a primeira tatuagem 
12. Ver o sol nascer 
13. Aprender a cozinhar
14. Amar muito 


São metas bem específicas e algumas já estão a meio caminho de se realizarem, estou confiante que pelo menos metade disso eu vou conseguir, uhu. E vocês? Quais são as suas metas? 

Kamila Cavalcante. 

Happy new playlist!

Mais um ano se inicia. Novas metas, novos rumos, novas responsabilidades e novos sonhos. E porque não uma nova playlist?
Pensando nisso preparamos uma lista maravilhosa para você agitar o primeiro dia de seu ano, e esperamos que continue conosco nele!



                                                  Lorde - Royals (Ross Horkings Remix)


   

                                                        Florence + The Machine & Lana Del Rey In The Mix


                                                     

                                              Zedd feat.Foxes - Clarity (Vicetone Remix)


                                   
                                             Wrecking Ball - Miley Cyrus (Caked up remix)


                                                        Turn up - Vic (Caked up remix)


                                                           Gas Pedal (Caked up remix)


E seu céu?


E numa tarde nublada, me pego olhando as nuvens. Muitas delas. Nossa, como o dia está branco! Isso deveria me trazer paz, mas não traz.
Não me refiro apenas a esse céu a que todos observam todos os dias. Ou que não dão a mínima.( Já parou para olhar o céu hoje?)
Me refiro ao nosso céu interior, ao nosso pensamento. Nosso pensamento é como o planeta Terra, envolve lugares, pessoas, e momentos. É como nosso mundo particular. Mas voltando ao assunto, como está seu céu hoje? Limpo e cheio de pássaros, ou com nuvens carregadas, trazendo tempestades incessantes? Hora de abrir um sol por aí hein..
Digamos que o sol tem vários significados. Alegria, amor, paz..estão esses sentimentos em seu céu? Parou pra pensar um segundinho? Por que não inseri-los?
Para seu céu voltar a ê brilhar não é necessário um ciclone. Você não precisa de muito. Apenas de você mesmo. Sorria, cante mesmo que mentalmente, abra uma brecha aí nesse pensamento..
E porque não no coração? Ah, o coração apenas nos dá intensidade. O coração é como o vento. As vezes mais rápido trazendo tudo e levando na mesma velocidade..As vezes mais lento, trazendo-nos harmonia..Mas nunca parado totalmente. Sempre está por ali, nos mantendo com o pensamento ativo.
Mas e seu céu, como está hoje? Já parou pra pensar?



Gabrielle Almeida
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Oi! :)

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Essa história de que um blog precisa ter um assunto só e ter uma dona só é ultrapassada. O bom mesmo é se expressar, inovar, e fazer as pessoas se identificarem! Isso é o que pretendemos escrevendo este blog pra vocês. Gabrielle Almeida; 18, Ciencias Sociais. Kamila Cavalcante;18, Jornalismo. Ylla Biavatti, 18, Medicina Veterinária. Todas de Manaus - AM, postando diariamente assuntos totalmente desritmados! :)

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