Resenha: Insurgente

Veronica Roth - 511 páginas - Livro 2 - Editora Rocco. Título Original: Insurgent


Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 


Sempre quando começo uma série de livros e acabo me encantando pelo primeiro volume (leia a resenha que eu fiz sobre ele aqui), fico apreensiva em ler o segundo volume e ele não ser nada do que eu esperava. Felizmente isso não aconteceu com Insurgente. 

A trama começa de onde o primeiro livro havia acabado. Depois de sobreviverem ao ataque à Abnegação, Tris, Quatro, Caleb, Peter e Marcus se refugiam no complexo da Amizade, onde sua ''líder'' - a facção da Amizade não possui um líder, eles resolvem todas as questões por meio do voto, porém há uma porta-voz - Johanna Reyes os deixam continuar ali com algumas condições. 


Como um animal selvagem, a verdade é poderosa demais para ser mantida aprisionada. - Do manifesto da Franqueza
 


Uma coisa que eu achei muito interessante foi que neste livro as cinco facções ficaram em evidência e pudemos descobrir muita coisa sobre elas e sobre as pessoas que vivem em cada uma das cinco facções. Além do que, também conhecemos a fundo os sem facções e como eles se organizam, como eles vivem e etc. 

A minha única decepção do livro foi a Tris. Nesse livro ela parece o oposto da Tris que conhecemos em Divergente que era forte, não gostava de demonstrar as suas fraquezas e era muito bad ass. Tá, eu entendo que aconteceu muita coisa com ela no final de Divergente que a colocou bem pra baixo, mas acho que esse luto dela se arrastou por tempo demais, afinal, eles estão no meio de uma guerra!

Li em algum lugar, não sei quando, que não há explicação científica para o choro. O único propósito das lágrimas é lubrificar os olhos. Não há um motivo real para as glândulas lacrimais produzirem um excesso de lágrimas por causa de emoções. Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade. Porque, dentro de mim, há uma fera que rosna, ruge e luta por liberdade, por Tobias e, acima de tudo, pela vida. Por mais que eu tente, não consigo matar essa fera.  


O clima do livro é bem tenso, com muita ação e muitas revelações. Muitas perguntas foram respondidas nesse livro e muitas outras se formaram, espero que o terceiro livro da série Allegiant, deixe tudo claro. Sobre o final... Ai meu Deus, o que foi aquele final? Fiquei chocada, sério, já tinham me dado um spoiler dessa parte, mas eu não esperava o que aconteceu. Uau. 



Kamila Cavalcante

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2 comentários:

  1. Eu li e estou deixando um comentário só pq sou uma amg mt mt mt legal, ok? ok

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  2. ainda prefiro o de divergente, mas tb não tem muito oq falar dele sem da spoiler então....

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Eaí, qual a sua opinião?

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Essa história de que um blog precisa ter um assunto só e ter uma dona só é ultrapassada. O bom mesmo é se expressar, inovar, e fazer as pessoas se identificarem! Isso é o que pretendemos escrevendo este blog pra vocês. Gabrielle Almeida; 18, Ciencias Sociais. Kamila Cavalcante;18, Jornalismo. Ylla Biavatti, 18, Medicina Veterinária. Todas de Manaus - AM, postando diariamente assuntos totalmente desritmados! :)

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