Carrie, a estranha

Stephen King, Editora Objetiva, 162 páginas. Título Original: Carrie

Sinopse: Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente.
Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos.





Nunca tinha lido um livro do Stephen King mas como todo amante de histórias de ficção, já tinha ouvido falar sobre seus livros e até já tinha pesquisado sobre eles. Mês passado tive a oportunidade de ler Carrie, a estranha e não posso dizer que o livro me encantou de primeira. 

Carrieta White é uma adolescente nada comum. Vive em Chamberlain com sua mãe, Margaret White, uma fanática religiosa que atormenta Carrie de todas as formas com seu estilo de vida devoto. Não estou querendo criticar religiosos ou algo do tipo, mas que mulherzinha chata. Se alguém tem culpa do fatídico final do livro esse alguém é Margareth White. 

Carrie sofre constantes humilhações na escola e é uma garota solitária. No vestiário da escola, ela tem a sua primeira menstruação e por nunca ter sido informada de que isso acontecia, ficou desesperada achando que estava se esvaindo em sangue. Obviamente, isso rendeu mais humilhações de seus colegas de classe, entre eles Sue Snell e Chris Hargensen, personagens importantes do desenrolar da história. 

Carrie tinha mais uma característica que a tornava estranha. Dotada de poderes telecinéticos,  ela podia mexer objetos com a mente, fazer chover pedras sobre a sua casa, derrubar mesas e fechas janelas. 

Sua mãe, ao saber da menstruação de Carrie, puniu-a, alegando que se ela não tivesse pecado, a ''maldição do sangue'' não teria alcançado-a. 

Margareth White, uma devota doente, acredita que a telecinésia de Carrie é obra do demônio. Ela torturava demais a coitada chamando-a de prole do demônio, filha de satã e outras coisas nada agradáveis, se tornando a personagem que eu mais odiei. Deu pra notar isso, né? 

A história do livro não é linear, o que nos dá logo no início a ideia de que uma grande tragédia vai acontecer. Intercalando pontos de vista e artigos sobre a tragédia, além de depoimentos dos sobreviventes, o livro tem um aspecto diferenciado dos que eu já li. O livro é dividido em três partes: Sangue e divertimento, A noite do baile e Ecos e escombros. Não há uma divisão de capítulos e a história não é muito detalhada. 

Li o livro em poucos dias então posso dizer que é uma leitura rápida. Apesar de ser um livro de terror, em momento algum eu senti medo, só uma grande curiosidade. De qualquer forma, vale a pena ler a história. 



Como todo bom livro, Carrie também teve a sua adaptação para as telonas em 1976 com a atriz Sissy Spacek e John Travolta no papéis principais.Teve também um remake em 2002. Esse ano o filme ganha uma nova adaptação tendo a Chloe Moretz no papel principal. O longa estreia dia 29 de novembro de 2013 nos cinemas brasileiros. 

Confira o trailer: 



Kamila Cavalcante



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Essa história de que um blog precisa ter um assunto só e ter uma dona só é ultrapassada. O bom mesmo é se expressar, inovar, e fazer as pessoas se identificarem! Isso é o que pretendemos escrevendo este blog pra vocês. Gabrielle Almeida; 18, Ciencias Sociais. Kamila Cavalcante;18, Jornalismo. Ylla Biavatti, 18, Medicina Veterinária. Todas de Manaus - AM, postando diariamente assuntos totalmente desritmados! :)

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