Desafio da escrita: Dias 7 e 8

Dia 7: Escreva um romance

     Ela estava tão absorta em seu caderno de desenhos que nem percebeu que ele estava a apenas dois metros de distância. Ele a observou por algum tempo, pensando o que aconteceria a seguir. Suas palmas estavam molhadas e algo dentro de si queimava como uma brasa.
     Nunca tinha passado por uma situação assim antes. Na verdade, tudo em relação a ela era algo novo para ele. Era o tão falado amor adolescente e um dos fortes, daqueles que consomem teu corpo e tua mente. Ele não sabia que era assim e nem ligava para as consequências.
     Respirou fundo e secou as palmas das mãos na calça jeans. Quando ele se aproximou ela levantou os olhos do caderno e abriu um sorriso para ele. Ela tinha aquele tipo de sorriso que te dava vontade de sorrir também, mesmo sem motivo, e assim ele o fez.
    - Oi. – ele disse sentando a sua frente. Ela piscou duas vezes e respondeu ainda sorrindo.
    - Oi, que bom que veio. – ela disse fechando o caderno e colocando dentro da mochila vermelha.
     Ele a achava estranha às vezes. Não que isso fosse um defeito, mas era diferente, afinal, que garota diria ‘que bom que veio’, quando na verdade foi ele quem a convidou?
    - Não perderia por nada. – ele disse e sorriu satisfeito ao ver as bochechas dela corarem.
    Ela desviou os olhos para a garçonete que parara ao seu lado e ele a acompanhou.
   - Um milk-shake de morango e... – ela disse e olhou para mim.
   - Um de Ovomaltine. – completei, a garçonete anotou os pedidos num caderninho e foi embora sem dizer mais nada.
   - Como você está? – perguntou segurando a sua mão por cima da mesa. Ela sorriu sem graça.
   - Bem e você? – revidou brincando com meu dedo.
   - Melhor agora. – ele disse levantando as sobrancelhas. Ela revirou os redondos olhos castanhos sob suas órbitas.
   - Essa foi horrível. – disse e riu. – É a melhor que você tem?
   Bufou e passou a mão na cabeça.
   - Não. – ele respondeu. – Seu pai é piloto de avião?
   Ela pôs a mão na testa.
   - Essa é velha. – ela disse fingindo desapontamento.  – Não.
    - Tem certeza? Porque você é um avião.
    Ela gargalhou mesmo não tendo a menor graça.
    - Não sei por que rio disso. – ela confessou na hora que a garçonete trouxe nossos milk-shakes.
    Eles tomaram seus milk-shakes conversando banalidades que só pessoas encantadas uma com a outra conseguem falar sem ficar entediadas. A cada segundo que passava, ele tinha certeza que estava fazendo a coisa certa. A cada segundo que passava, ela sabia que ele seria especial.
    Quando os copos secaram, ele pagou a conta e a chamou para dar uma volta no parque. Ela aceitou de bom grado.
     O parque ficava ao lado da sorveteria que eles estavam então não tiveram que andar muito. Lá eles andaram para cima e para baixo, apreciando a vista e  a companhia um do outro. Ele roubou alguns beijos dela e ela não se importou.
    Eles sentaram na grama do parque para ver o pôr-do-sol. Nenhum dos dois falou nada enquanto a grande esfera laranja desaparecia no horizonte, deixando o céu dividido em azul, rosa e laranja. O único contato que eles tinham eram os dedos se tocando.
    Quando o pôr-do-sol terminou ele decidiu que era a hora certa para dizer o que sentia.
    Ele virou para ela nervoso e limpou a garganta.
    - Sabe, estamos juntos a alguns meses e isso é mais do que eu já estive com qualquer garota. – ele começou falando rápido demais e suspirou. – Eu gosto muito de você
    Ela sorriu e colocou o cabelo para trás da orelha.
   - Eu também gosto de você. – ela disse ficando tão corada quanto o sol. – É legal ficar com você.
   - Pois é... – ele disse perdendo a coragem. Porque isso era tão complicado para adolescentes? – Seu pai é padeiro?
   Ela pareceu desapontada.
   - Na verdade é. – ela respondeu franzindo as sobrancelhas. – Vai dizer que eu sou um sonho?
   Ele sorriu e se aproximou mais dela, colocando a mão no seu rosto.
    - Na verdade ia perguntar se ele me aceitaria como seu namorado. – ele respondeu brincando com a franja dela. – Isto é, se você me aceitar como seu namorado.
   Ela sorriu e o beijou apaixonadamente.

Manual do novato


Começar algo novo pode ser desafiador. Para pessoas tímidas, entrar numa escola nova sem conhecer ninguém pode ser um monstro de sete cabeças. Pra mim foi. Lembro que quando fui para uma escola nova, no primeiro ano do ensino médio, eu passava os seis tempos de aula sem falar nada e ficar chateada por não conseguir me enturmar. Agora que Ensino Médio acabou, eu vejo que essa minha neura de não conseguir me enturmar era coisa da minha cabeça. Demorou um tempo pra eu me enturmar já que eu afastava as pessoas, mas depois de algum tempo ficou mais fácil.

 Para pessoas tímidas, estar no meio de um monte de desconhecidos prestando atenção em você é algo muito intimidante, mas no fim das contas, todos se tornam amigos a longo prazo. Como Janeiro já está na metade e o ano letivo da maioria das escolas vai começar mais cedo devido a Copa, as aulas já vão começar, acompanhe as dicas para se enturmar com todos. 

1. Acima de tudo, seja você mesmo. Não adianta você fingir ser algo que não é pois isso só afasta as pessoas de você. Ninguém gosta de mentirosos. 
2. Seja confiante, mostre que agora você pertence aquele lugar.

Decoração: Varal fotográfico


Fotografia é a arte de eternizar momentos especiais. Muitas vezes nossas fotos ficam guardadas em caixas em cima do guarda-roupa e você acaba esquecendo que elas existem até ter que arrumá-las. Levanta a mão quem nunca se pegou arrumando um album ou caixas de fotos esquecido e lembrando de diversos momentos com um sorriso nos lábios. Dá vontade de pegar cada foto e espalhar por cada canto da casa, porém, comprar 500 porta-retratos não é fácil.

Decorar o próprio quarto e tirar fotos é algo que toda garota ama fazer. Uma maneira fácil e bem em conta de decorar seu cantinho com as suas fotos são os murais e varal de fotos. No Banana Foto, uma loja virtual muito fofa de produtos para os amantes de fotografia, encontrei um varal fotográfico pronto, que vem com o cordão para prender as fotos, os mini prendedores e molduras de fotos por menos de 29,90 reais. Para quem não quer ter o trabalho de procurar o que precisa separadamente, essa é uma ótima aposta. Além do varal de fotos, vale a pena dar uma conferida nos outros produtos da loja, que são bem criativos e com o preço bem legal.


Mas para quem quer fazer tudo no suor e comprar os itens separadamente, aqui vai umas fotos para se inspirar e fazer um varal do seu jeito.


Vocês gostam de posts de inspiração desse jeito?

Kamila Cavalcante


Primeira foto do post tirada do site Banana Foto e todas as outras do weheartit e Pinterest.

Desafio da escrita: Dia 6

Dia 6: Escreva uma fanfic

      - Sabe Percy, agora que tudo isso está acontecendo comigo... – ela disse engolindo em seco, sem desviar os olhos do barco que navegava ao longe sob o rio. – Eu tenho a sensação de que deveria fazer tudo o que eu tenho vontade.
        Olhei para meus pés, sem saber o que fazer. Sabia que o que ela queria dizer era ‘’Agora que eu vou morrer logo, deveria fazer o que quero.’’ E saber disso doía mais do que seria possível.
        Annabeth era a minha melhor amiga desde que eu me entendo por gente. Como ela era a minha vizinha e estudávamos no mesmo colégio, passávamos a maior parte do tempo juntos. Há dois anos, começamos a namorar e foram os dois melhores anos da minha vida. Annabeth me conhecia melhor do que eu mesmo e eu a conhecia como se ela fizesse parte de mim.
        Ela descobrira o câncer ano passado, logo que entramos no último ano da escola. Annabeth estava radiante e determinada para passar em Harvard e tinha se inscrito em todas as matérias possíveis. 
       Quando a levaram para o hospital depois que ela desmaiou no meio do corredor, descobriram que ela tinha um tipo raro de câncer, o tipo de doença que ninguém sobrevivia mais do que um ano. Nos dois meses que se seguiram a Annabeth que eu conhecia tinha virado uma desconhecida. Não só fisicamente que com as seções de quimioterapia, ela optou por raspar seus cachos dourados e estava tão magra que suas costelas eram bem nítidas sob a pele translúcida, mas seu interior estava arrasado.
       Ela não tinha coragem pra me dizer, mas eu sabia que ela estava com medo.
        - Tipo o que? – perguntei dando de ombros. Ela olhou para o céu, pensando.
        - Não sei. – ela disse desviando seus tempestuosos olhos cinzentos para mim. – Alguma coisa que me deixe orgulhosa quando eu... – ela não continuou. Ainda não conseguia dizer a palavra morrer em voz alta.
Passei o braço ao redor de seus ombros quando ela tremeu.
        - Enquanto você pensa em algo, vamos pra sua casa tomar sopa. – disse e beijando o topo de sua cabeça. Ela gemeu de desgosto e começou a andar comigo.
        - Daria tudo pra poder comer porcaria de novo. – ela resmungou entrelaçando as nossas mãos e olhando para mim com cara de pidona. – Um triplo cheese com uma batata frita grande e Coca-cola.
       Sorri.
       - Sua mãe me mataria se eu fizesse isso. – respondi atravessando a rua. Ela fez bico e suspirou.
       - Eu também morreria se comesse isso. – ela disse tristemente e fungou. – Esqueça que falei isso, não quero que sinta pena de mim.
      Parei de andar.
       - Pare com isso. – disse sério. – Não sinto pena de você, de onde tirou isso?
       Annabeth olhou para o céu, que estava tão cinzento quanto seus olhos.
       - Eu estou morrendo, Percy. – ela disse de uma vez. – Eu posso sentir cada órgão meu pedir por ajuda e não receber, eu posso sentir meu corpo definhando. E você está bem e livre para ter uma vida mas ao invés disso fica sendo minha babá e...
      Abracei-a antes que ela dissesse algo mais.
      - Pare com isso. – disse em seu ouvido. – Eu quero ficar ao seu lado até o fim.
      Ela fungou no meu ombro.
       - Mas Percy... – ela começou a dizer.
       - Já que estou livre eu escolho ser livre ao seu lado porque eu amo você. – disse soltando-a e olhando para seus olhos lacrimejantes. – Consegue entender isso?
      Ela olhou para os seus pés. Levantei seu rosto com o meu polegar e beijei seus lábios delicadamente.
      - Agora vamos pra casa porque o tempo está ficando feio e logo vai chover. – disse passando o braço por cima de seus ombros e a guiando pelo caminho.
     Ela não disse mais nada pelo caminho.
     Quando chegamos à casa de seus pais, sua mãe nos recebeu com um sorriso aliviado e também cansado. A doença de Annabeth não era fácil pra ninguém, principalmente para sua mãe, que tinha que cuidar sozinha dela a maior parte do tempo já que o pai dela mora do outro lado do país com outra esposa e dois filhos.
     Annabeth colocou roupas pesadas e continuava tremendo de frio, tomou a sopa que tinha que tomar todo dia e diversos remédios para dor. Em seguida, sentou ao meu lado no sofá e nos enrolou em um grosso cobertor de lã.
      - Desculpe. – ela começou a dizer. – Estou sendo tola.
      Deitei-a em meus braços.
      - Não há nada para se desculpar. – disse acariciando seus braços por cima das camadas de roupas. – Como está se sentindo?
      - Normal. – ela respondeu rápido demais. Sabia que estava mentindo.
      - Está doendo? – perguntei preocupado. Não hesitaria em correr com Annabeth para o hospital mais uma vez.
      - Está sempre doendo. – ela disse sorrindo triste. – Não se preocupe, só estou com frio.
      - Vou pegar outro cobertor. – disse fazendo menção de levantar, mas ela me segurou.
      - Não precisa, assim está bom. – ela disse se aninhando mais em mim.
      Suspirei e beijei a sua cabeça. 
      - Estou com medo, Percy. – ela desabafou. – Tenho tantas dúvidas. Como vai ser? Será que vai doer? O que acontece depois? Vou simplesmente deixar de existir? Vou esquecer tudo? Vou esquecer você?
      Suspirei derrotado.
       - Não sei, meu amor. – respondi francamente. Já tinha lido diversas coisas sobre vida após a morte mas não tinha como saber se era verdade. – Mas eu sei que nunca vou te esquecer.
       - Deveria. – ela disse de repente. – Não deixe de viver por minha causa. Arrume uma namorada o mais rápido possível.
       - Eu já tenho uma. – respondi e ela sorriu para mim.
       - Prometa que vai viver depois que eu... for embora. – ela disse olhando para mim com seriedade.
       - Eu vou viver todos os dias com você na minha mente e no meu coração. – respondi e beijei a sua testa.
        - Você é impossível. – ela disse sorrindo. – Eu amo você.
        - Eu sei. – disse sorrindo. – É por isso que eu amo você.
        Ela me empurrou fingindo que não tinha gostado em seguida me deu um beijo.
        - Obrigada por ficar ao meu lado. – ela sussurrou se aninhando em mim novamente.
        - Obrigada por existir. – respondi antes dela pegar no sono.
        Fiquei observando-a dormir por várias horas. Annabeth dormia 18 horas por dia devido ao cansaço então já me acostumara a passar horas ao seu lado enquanto ela dormia.
       Voltei para casa depois que anoiteceu. A chuva caía incessantemente e me ensopava sem piedade. Não me importei. Só tinha espaço para Annabeth em minha mente.
        Sabia que a perderia logo mas não conseguia me imaginar sem ela. Sem seus olhares de crítica quando eu fazia algo estúpido e sua risada engraçada. Não queria perder a minha melhor amiga e único amor.
        Por volta da meia-noite, meu telefone tocou. Quando ouvi a voz de Atena do outro lado da linha, sabia que tudo estava acabado.
       Saí de casa correndo, ignorando a chuva e o frio e cheguei a casa de Annabeth em questão de segundos. Entrei sem bater na porta e subi as escadas para o quarto de Annabeth.
       Sua mãe estava sentada na soleira da porta, parada como uma estátua e olhando fixamente para o nada.
       - O que aconteceu? – perguntei com a voz vacilante. Ela nem olhou para mim.
       - Ela apenas parou de respirar enquanto dormia. – ela respondeu tão baixo que mal pude ouvir. – Ela está em paz agora.
       Passei por Atena sem dizer nada e entrei no quarto rapidamente. O quarto estava escuro e um galho arranhava a janela como se quisesse quebra-la. Annabeth era como um farol no meio da escuridão, chamando toda a minha atenção. Me ajoelhei ao seu lado.
      Não consegui dizer nada. Além do mais, que palavras confortariam alguém que não estava mais ali?
      Coloquei a cabeça no seu peito e nada. Nenhuma batida, nenhuma contração. Não havia mais nada.
      Chorei incessantemente. Naquela noite havia perdido minha melhor amiga e meu primeiro amor de uma vez só. Foi o pior dia da minha vida.
       Por outro lado, estava feliz que tivesse acabado. Annabeth passou um ano inteiro sofrendo e agora não sofreria mais e isso era um conforto no meio de tanta tristeza. 


Se quiser ler mais fanfics minhas, acesse o meu perfil do nyah
A imagem de abertura do post foi tirada do site devian art, se a imagem lhe pertence, mande um e-mail para nós que colocaremos os devidos créditos ou a remoção da imagem. 

Quer entender o desafio? Leia o post Desafio dos 15 dias de escrita e veja os desafios anteriores: Dias 2 e 3 e Dias 4 e 5

10 passos para uma formatura


Ano começando, ano letivo também. Mas nunca é tarde para fazer planos para o resto dele. Ano passado fui da comissão de formatura da minha turma, e nossa, como é cansativo. Mas tudo valeu o esforço no final. Você também é da sua esse ano? Então vou te dar umas dicas, anota aí!

1- Faça anotações. Anote todas as idéias possíveis que você tiver para arrecadar verba. Converse com seus amigos de classe e com os que também farão parte da comissão. É sempre bom escutar as idéias de outras pessoas, e não escolher por si próprio, mas em conjunto. Afinal, a formatura/viajem não é só sua.

2- Você e seus amigos podem correr atrás de orçamentos de empresas de Buffet que cuidam de tudo. Começo de ano tudo é mais barato, lembre-se disso. Quem deixa pra última hora sempre acaba pagando mais.

3- Verifique todos os serviços do buffet contratado. Desde quem é responsável pela iluminação até o dj/banda/atração. Você pode estar pagando mais caro por algo que é ridiculamente barato

4- Faça rifas, eventos, aproveite os eventos da escola, e venda tudo o que for possível. Patrocínio sempre é bom e ajuda bastante. Em ano eleitoral (cá entre nós), políticos sempre ajudam em eventos.
Peça ajuda aos pais, aos professores, de amigos e a quem for puder. Doações sempre são bem vindas, em todos os momentos.

5- Se os serviços do Buffet não incluem o de fotógrafo, procure um de sua confiança ou que seja bem recomendado. Geralmente os que são indicados não são muito bons. Mas como eu disso no tópico 3, confira os fornecedores.

6- O que não está escrito não existe. Você, seus pais, e quem mais estiver responsável pelo evento deve ler e reler o contrato. Se conhecer algum advogado, peça-o para dar uma conferida. É sempre bom verificar se tudo está de acordo com a lei, afinal, você está batalhando por algo que você irá pagar. Não é legal receber um calote

7- Se algo atrasar, não se desespere. É sempre recomendável manter a calma, afinal, tudo tem seu jeito. Vá atrás do responsável e o cobre, é um direito seu, sendo da comissão ou não

8- Não procure vestidos/smokings um mês antes da festa. Os melhores sempre estão nas lojas no meio/começo do ano. Tanto para aluguel quanto para venda. Se você vai mandar para uma costureira, você pode conferir vários modelos na internet mesmo. (Inclusive você pode dar uma conferida em nosso post sobre vestidos). Se algum(a) de vocês precisar de indicações sobre preços e lojas, pode fazer o comentário nesse post mesmo. Responderemos com todo o prazer!

9- Evite brigas. Sempre entre em consenso. O que é melhor pra você não pode ser o melhor para o seu colega de classe. Como eu citei em outro tópico, a festa é coletiva, não é só você quem está dando o seu máximo. Mas é importante que todos saibam que o máximo é pouco. E que cada um precisa se esforçar bastante, pois se isso não acontecer, o direito de reclamar é ignorado.

10- Se você vai viajar ou fazer um baile, aproveite-o. Isso pode até acontecer mais de uma vez em sua vida, mas nunca com as mesmas pessoas e as mesmas lembranças. Lembre-se sempre, que o tempo nunca, nunca irá regressar. Enjoy it!




Gabrielle Almeida
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Oi! :)

Oi! :)
Essa história de que um blog precisa ter um assunto só e ter uma dona só é ultrapassada. O bom mesmo é se expressar, inovar, e fazer as pessoas se identificarem! Isso é o que pretendemos escrevendo este blog pra vocês. Gabrielle Almeida; 18, Ciencias Sociais. Kamila Cavalcante;18, Jornalismo. Ylla Biavatti, 18, Medicina Veterinária. Todas de Manaus - AM, postando diariamente assuntos totalmente desritmados! :)

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